Poupança energética

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Opa, cuidado com o título, não estamos falando de nenhum grupo de Axé com garotas rebolando, estamos falando de armazenamento de energia.

Essas tecnologias de armazenamento ainda estão em estudo e desenvolvimento, pois recentemente é que tornaram mais atrativas. Isso porque podem fornecer uma saída para o fornecimento constante de energia gerada por geradores eólicos e placas solares.

Conforme o que li, estão tentando (alguns pesquisadores no mundo) instalar baterias de fluxo (alguém lembra do capacitor de fluxo do Dr. Brown?) que usam líquidos para armazenamento da energia. Depois os líquidos são bombeados por equipamentos que conseguem retirar esses elétrons e fornecer um fluxo de energia. A quantidade de energia armazenada é variável, podendo adicionar-se mais do líquido capacitor se necessário (lembrar que o reservatório tem de ter previsto isso), sendo esta a vantagem quando comparamos com as baterias sólidas.

Também existe em escala experimental uma bateria que funciona com componentes mais baratos, mas que tem capacidade de armazenamento em par com as baterias de lítio. Esta bateria usa Pirita e Magnésio como polos e seu centro é composto por sódio e magnésio. A dificuldade atual é que por mais que este sistema funcione, sua eficiência é muito baixa perto da capacidade máxima que se pode calcular. O que deve levar ainda um bom tempo, já que essa melhoria esperada é de 3 vezes a capacidade alcançada atualmente.

Agora chegou a minha vez de comentar…hehehe

Tudo parece muito bonito, muito legal, mas sinceramente eu desconfio desse tipo de tecnologia. Tudo bem que é uma das saídas para estabilizar a transmissão de energias que são “intermitentes” ou sazonais (escolha como quiser), mas mesmo assim creio que ainda ão de desenvolver métodos mais eficazes de controle de produção. Vejo também o interesse de diversos pesquisadores de passar para outras possibilidades de produção de energia, além da eólica e solar como medidas mais sustentáveis.

O negócio é ficar de olho.

Um grande abraço!

Ronaldo Mendes Salles

 

Fonte:

Instituto de engenharia

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